Varre-Sai deu a Pezão o maior percentual de votos de todo o estado

Varre-Sai, o município mais distante da capital foi o responsável pela maior votação percentual do Estado do Rio de Janeiro ao governador, agora reeleito, Luiz Fernando Pezão. A cidade com seus 5.940 votos apurados neste último domingo (26), destinou nada mais nada menos, que 88,16% destes ao peemedebista. A votação de seu adversário, o senado Marcello Crivela, foi pífia com apenas 11,84% do total. Nem mesmo em sua terra natal, Bara do Piraí, no sul do estando, alcançou tamanho percentual. Na cidade, onde inclusive foi vereador e prefeito por duas vezes, teve 85,10% dos votos.

Confira os números de Varre-Sai:

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Rádio Natividade acompanhará ao vivo a apuração em Natividade e região

Mantendo a tradição, a Rádio Natividade acompanhará ao vivo, a partir das 17h deste domingo (26), a marcha das apurações do segundo turno em Natividade e região. A emissora falará direto do fórum da cidade, levando ao ar os boletins de cada sessão eleitoral do município.

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A eleição presidencial mais imprevisível desde 1989

Quase 143 milhões de brasileiros poderão votar neste domingo para escolher o próximo presidente da República na eleição mais imprevisível, sem que nem mesmo as últimas pesquisas dos dois principais institutos tenham conseguido apontar um favorito claro para a vitória.

A presidente Dilma Rousseff, que aparece em vantagem numérica nos levantamentos, torce para que o histórico de mais abstenções nas regiões onde seu partido, o PT, é mais bem votado não seja um fator determinante no resultado. Já Aécio Neves, do PSDB, diz confiar que vai conseguir uma virada como a que protagonizou no primeiro turno.

Aécio começou a disputa como o adversário forte que poderia impedir a reeleição de Dilma. Mas a entrada de Marina Silva (PSB) na corrida presidencial, em substituição ao candidato Eduardo Campos, morto num acidente aéreo em meados de agosto, derrubou o tucano para um distante terceiro lugar.

Impulsionado pelos ataques que as campanha petista e tucana faziam contra Marina, Aécio reassumiu o segundo lugar na última hora, garantindo uma vaga para a votação deste domingo.

Já na campanha do segundo turno, Aécio apareceu à frente de Dilma nas primeiras pesquisas Datafolha e Ibope, mas em situação de empate técnico, já que a diferença entre os dois estava dentro da margem de erro. Em meados da última semana a presidente ultrapassou o tucano e conseguiu abrir vantagem fora da margem de erro.

Neste sábado, o Datafolha voltou a mostrar os dois em empate técnico, com o placar favorável a Dilma em 52 a 48 por cento. Pelo Ibope, a vantagem da petista que era de 8 pontos percentuais recuou para 6, em 53 a 47 por cento.

Considerando a migração de votos de última hora que ocorreu no primeiro turno, segundo os institutos, é praticamente impossível fazer uma previsão para este domingo.

Na véspera do primeiro turno, o Datafolha mostrava Dilma com 44 por cento dos votos válidos, Aécio com 26 por cento e Marina com 24 por cento. Pelo Ibope, os números eram 46, 27 e 24 por cento, respectivamente.

Nas urnas, Dilma teve 41,6 por cento dos votos válidos, Aécio chegou a 33,6 por cento e Marina ficou com 21,3 por cento.

Desde 1989, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrentou Fernando Collor de Mello (PRN) no segundo turno, os brasileiros não iam às urnas com tantas incertezas sobre quem vencerá.

Nas cinco eleições presidenciais seguintes, a partir do momento que se estabeleceu um favorito, a dúvida maior foi se a disputa seria encerrada no primeiro turno, como aconteceu em 1994 e 1998 com o tucano Fernando Henrique Cardoso, ou teria que esperar a segunda rodada, como nas duas vitórias do petista Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002 e 2006, e na eleição de Dilma, em 2010.

Em 1989, Collor venceu no segundo turno conquistando 53,03 por cento dos votos válidos, contra 46,97 por cento de Lula.

A expectativa agora é de que pouco depois das 20h no horário de Brasília, quando fecham as últimas urnas no Acre, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já terá condições de anunciar quem governará o Brasil nos próximos quatro anos.

Ataques e Radicalização

Além da imprevisibilidade com viradas dramáticas, a campanha eleitoral deste ano ficará marcada pelos incansáveis ataques entre os principais candidatos e pela crescente radicalização na polarização PT x PSDB, que domina as disputas presidenciais há 20 anos.

Se no primeiro turno Marina foi alvo tanto de Dilma como de Aécio por supostos riscos que suas propostas trariam às pessoas, por suas contradições ou por suas origens petistas, no segundo a artilharia foi concentrada sobre corrupção, contra Dilma, e na gestão em Minas Gerais e no suposto risco de perdas de conquistas sociais, contra Aécio.

As denúncias em torno de um suposto esquema de sobrepreços de contratos da Petrobras para alimentar partidos e políticos governistas, que ocupou grande espaço do noticiário e dos ataques durante a campanha, atingiu o ápice com a publicação da última edição da revista Veja antes do pleito.

A reportagem de capa trouxe o que seria declaração do doleiro Alberto Youssef dizendo que tanto Dilma como Lula saberiam do suposto esquema de corrupção envolvendo a Petrobras. Na sua propaganda na TV, a presidente rebateu a acusação e disse que a revista “excedeu todos os limites da decência e da falta de ética”.

A nova denúncia, como não poderia deixar de ser, foi trazida à tona por Aécio no último debate entre os dois na TV Globo, na sexta-feira.

No debate, o tucano bateu na tecla de que para acabar com a corrupção no governo é preciso trocar o governo, enquanto Dilma martelou que quando o PSDB comandou o país, nos dois mandatos de FHC, houve grande desemprego e arrocho salarial.

A petista atacou também pontos da gestão de Aécio como governador de Minas Gerais e ainda usou o fato de ter tido mais votos que ele no Estado o primeiro turno para mostrar que o governo do tucano não fora bem-sucedido, mesmo com a propaganda dele repetindo sempre o altíssimo nível de aprovação popular de sua administração.

Se a campanha de Aécio mostrava inúmeras obras paradas e inacabadas no país, a propaganda de Dilma apontava para o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, anunciado pelo tucano como seu futuro ministro da Fazenda se for eleito, como encarnação de todos os riscos para as conquistas sociais.

Frases de Efeito

Mas a campanha não foi feita só de ataques. Os candidatos apresentaram inúmeras propostas. Dilma falou em ampliar o programa Mais Médicos com o Mais Especialidades e prometeu que não mexerá nos direitos trabalhistas “nem que a vaca tussa”.

Aécio, por sua vez, repetiu inúmeras vezes a palavra previsibilidade, geralmente de forma bem pausada, quando tratava dos temas econômicos. E prometeu, com sua vitória, “libertar” o país do PT. Mas talvez a frase mais marcante desta eleição seja aquela pronunciada por Campos na véspera do acidente que lhe tirou a vida. “Não vamos desistir do Brasil.”

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Ibope e Datafolha divulgam pesquisas que mostram a liderança de Dilma e Pezão

Pela primeira vez neste segundo turno a candidata Dilma Rousseff (PT) aparece à frente do candidato Aécio Neves (PSDB), mesmo considerado a margem de erro de dois pontos. É o que apontam as pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas nesta quinta feira (23/10).

No Ibope, Dima tem 54% dos votos válidos e Aécio 46%; no Datafolha, a petista tem 53% e o tucano 47%. Em todos os outros levantamentos, feitos pelos institutos no segundo turno, havia um empate técnico dentro do limite da margem de erro entre os dois candidatos.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Em votos totais, Dilma tem 49% e Aécio, 41% no Ibope. No Datafolha, Dilma tem 48% e Aécio, 42%.

IBOPE
VOTOS VÁLIDOS

Dilma Rousseff (PT) – 54%
Aécio Neves (PSDB) – 46% 

VOTOS TOTAIS
Dilma – 49%
Aécio – 41%
Branco/nulo – 7%
Não sabe/não respondeu – 5%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01168/2014.

DATAFOLHA

VOTOS VÁLIDOS
Dilma Rousseff (PT) – 53%
Aécio Neves (PSDB) – 47%

VOTOS TOTAIS
Dilma – 48%
Aécio – 42%
Em branco/nulo/nenhum – 5%
Não sabe – 5%

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dias 22 e 23 de outubro. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

GOVERNO DO RIO DE JANEIRO:

Faltando três dias para as eleições do segundo turno o Datafolha e Ibope divulgaram pesquisas para a corrida ao governo do estado do Rio de Janeiro, nesta quinta feira (23/10). E os números são exatamente os mesmos no Datafolha e no Ibope, onde o candidato a reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB) tem 55% dos votos validos, contra 45%, de Marcelo Crivella (PRB).

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos em branco, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Votos totais

 Se forem incluídos os votos em brancos e nulos e os dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

» Pezão (PMDB) – 46%;
» Crivella (PRB) – 38%
» Brancos/nulo/nenhum – 10%
» Indecisos – 6%

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 23 de outubro, com 1.554 entrevistados em 38 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número RJ-00075/2014 e BR-01162/2014.

IBOPE

Na pesquisa Ibope, Pezão tem 55% contra 45% de Crivella dos votos validos. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. No levantamento anterior do instituto, divulgado na segunda-feira (20/10), Pezão tinha 56% e Crivella, 44%.

Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) – 46%
Marcelo Crivella (PRB) – 37%
Branco/nulo – 12%
Indecisos – 5%

O Ibope fez a pesquisa entre os dias 20 e 22 de outubro. O instituto ouviu 2002 eleitores. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número RJ-00076/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR 01164/2014.

Pesquisa GPP mostra Pezão na frente de Crivella para o governo do RJ

Pesquisa Estadual GPP de intenções de voto para o governo do Rio de Janeiro, divulgada nesta segunda-feira (13/10) mostra o candidato do PMDB, Luiz Fernando Pezão, com 56,8% dos votos válidos, e o candidato do PRB, Marcelo Crivella, com 43,2%.

Com a inclusão dos votos inválidos, Pezão tem 47,8%, Crivella tem 36,3%, brancos e nulos somam 10,5%, e não sabem em quem votar, 5,4%.

No levantamento de intenções de voto por região, Pezão tem 47,2% na capital, 43,5% na região metropolitana, e 53,7% no interior. Crivella tem 33,4% na capital, 42,7% na região metropolitana, e 32,7% no interior. A pesquisa foi realizada nos dias 6 e 7 de outubro.

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“Quem for flagrado transportando eleitores, poderá ser enviado à Casa de Custódia”, diz delegado de Natividade – OUÇA

Durante entrevista concedida à Rádio Natividade, o delegado titular da 140ª Delegacia Legal, Gésner César Bruno, falou sobre as regras a serem cumpridas neste domingo(05), durante as eleições. Ele também destacou que todo o efetivo de policiais civis estará de plantão para coibir possíveis abusos, que deverão ser reprimidos com severidade.

– Destacamos que boca de urna é crime, passível de prisão em flagrante. O mesmo ocorre com quem insistir em transportar eleitores. Esse transporte irregular é considerado crime de maior gravidade, com o infrator podendo ser inclusive enviado á Casa de Custódia, já que a pena mínima é de quatro anos de reclusão, – frisou o policial.

OUÇA A ENTREVISTA:

Justiça Eleitoral proíbe a circulação de veículos adesivados no dia da eleição em Natividade

Portaria baixada esta semana pela juíza Leidejane Guieza Gomes, titular da 43ª Zona Eleitoral, proíbe a circulação, utilização e o estacionamento de veículos particulares com adesivos, plotagem ou placas contendo propagando eleitoral, em qualquer que seja o local, ainda que distantes, dos lugares de votação nos municípios de Natividade e Varre-Sai.

O mesmo despacho deixa claro ainda, que tais regras, serão válidas também, para a disputa de segundo turno, em 26 de outubro.  Em suas considerações, a magistrada salientou que tais adesivos, em muitos casos, constituem-se em verdadeiros “mini-outdoors ambulantes” e que os veículos, podem se tornar meios de propaganda eleitoral coletiva, o que é vedado pela legislação.

Já foram comunicados da decisão as polícias Civil e Militar, além das Guardas Municipais dos dois municípios, que deverão desempenhar a função de fiscalizar o que foi determinado.  O descumprimento poderá gerar prisão em flagrante do infrator.

Da redação da Rádio Natividade

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